É natural a empolgação pela vitória que finalmente chegou depois de nove jogos e mais uma vez dentro do Heriberto Hülse. Foi somente a segunda em todo segundo turno e felizmente o adversário era o Londrina, seguramente o time mais fraco que o Criciúma enfrentou nesta série B. Nem o lanterna São Bento é pior
Todos no próprio time paranaense sabem que a queda é inevitável. Sem alma, com erros típicos de quem não vê perspectivas como indolência nas divididas, passes mal feitos, saídas de bola equivocadas, enfim o Londrina se mostrou resignado e já ligado no modo fim de feira.
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Pela fragilidade do adversário quero afirmar que ninguém no Criciúma pode se iludir pensando que a fuga do rebaixamento fica mais tranquila. As dificuldades ainda são enormes, pois não depende única e exclusivamente de suas próprias forças.
O técnico Roberto Cavalo que tem a assessoria do Wilsão mostrou confiança no futuro, ficou feliz com a vitória, mas sabe que o caminho ainda é pleno de obstáculos. Faltam três jogos para o final e uma pedreira monumental que será o próximo contra o melhor time do campeonato.
Caso perca para o Bragantino o Criciúma terá obrigação de vencer os outros dois, contra o Paraná em casa e Oeste fora, para ainda assim depender dos resultados de outros jogos para escapar.
Como tem que ser administrado jogo a jogo uma vitória em Bragança se torna fundamental.