Após o fim da paralisação dos caminhoneiros a vida continua voltando ao normal. A venda de gás de cozinha foi uma das mais atingidas durante este período que durou mais de dez dias, devido à falta de estoque e abastecimento. De acordo com o coordenador do Programa de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon) de Criciúma, Gustavo Colle, a reposição ainda não é completa.
“O gás de cozinha foi um dos grandes vilões dessa greve. As empresas que distribuem não tinham grande estoque. Nesse momento que acaba as pessoas fizeram a compra, então terminaram os estoques. Com relação ao gás de cozinha houve muita fake news”, explicou.
Os estoques devem ser reestabelecidos ao longo da semana. O coordenador do Procon lembrou que aconteceram muitas ligações falsas durante a greve. “Recebemos muitos trotes em relação ao gás de cozinha, dizendo que foi dobrado o preço. Agora já voltou em vários estabelecimentos. E eu peço encarecidamente que não façam trotes, até porque é considerado crime”, completou Colle.